Gleisi Hoffmann e Rafael Greca figuram cotados para ministérios em Brasília

Publicado em 26/10/2026 às 14:18
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Possibilidade de o Paraná ocupar duas vagas no primeiro escalão decorre do crescimento de votos no estado após apoio político declarado no segundo turno.

Os fatos

Quem
Gleisi Hoffmann (deputada federal) e Rafael Greca (ex-prefeito de Curitiba)
O quê
Figuram como prováveis integrantes do primeiro escalão do novo governo Lula, que poderá contemplar o Paraná com dois ministérios
Quando
Início previsto para 5 de janeiro de 2027; apoio declarado em 19 de outubro
Onde
Curitiba, Paraná
Por quê
Aumento significativo de votos de Lula no Paraná e em Curitiba no segundo turno após apoio público de Greca, dando força política ao estado para representação ministerial
Como
Greca declarou voto em Lula contrariando a direção partidária e o governador; votação de Lula cresceu em todos os 399 municípios do Paraná e eleitores curitibanos ampliaram a votação do presidente

A deputada federal Gleisi Hoffmann e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca figuram como prováveis integrantes do primeiro escalão do novo governo federal, que poderá contemplar o Paraná com dois ministérios.

A composição ministerial tem início previsto para 5 de janeiro de 2027. A inclusão dos nomes paranaenses decorre do aumento expressivo da votação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições, tanto no Paraná quanto na capital, impulsionando a representatividade política do estado nas discussões de Brasília.

O movimento ganhou força após Rafael Greca declarar apoio público e voto em Lula em 19 de outubro, contrariando a direção partidária e o governador do estado. A tomada de posição marcou o tabuleiro eleitoral no Paraná durante a reta final da disputa.

Os dados da votação indicam que o número de votos de Lula avançou em todos os 399 municípios do Paraná. Os eleitores de Curitiba também ampliaram a votação do presidente entre as etapas de votação.

Na capital paranaense, Lula havia registrado 332.099 votos no primeiro turno, o que representou 30,37% dos votos válidos. No segundo turno, o candidato alcançou 425.092 votos, equivalentes a 37,71% do total.

Esse desempenho representou um crescimento de quase 93 mil votos na capital. No mesmo intervalo eleitoral, a abstenção entre os eleitores curitibanos caiu em cerca de 31 mil pessoas, consolidando o peso político local na formação do futuro ministério.

Perguntas frequentes

›Quem são os nomes paranaenses cotados para o primeiro escalão?

A deputada federal Gleisi Hoffmann e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca figuram como cotados para assumir postos ministeriais.

›Qual foi a votação de Lula em Curitiba nos dois turnos?

Lula obteve 332.099 votos (30,37%) no primeiro turno e cresceu para 425.092 votos (37,71%) no segundo turno na capital, um aumento de quase 93 mil votos.

›O que motivou a articulação para o Paraná ter dois ministérios?

A força política decorre do crescimento de votos de Lula em todos os 399 municípios paranaenses e em Curitiba, após Greca declarar apoio formal em 19 de outubro contrariando seu partido e o governador.

Redação Vozes ParanaensesMetropolitana · PR
Corrigir esta matériaPolítica editorialConteúdo produzido com assistência de IA e revisão humana.
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