Gleisi Hoffmann e Rafael Greca figuram cotados para ministérios em Brasília
Possibilidade de o Paraná ocupar duas vagas no primeiro escalão decorre do crescimento de votos no estado após apoio político declarado no segundo turno.
Os fatos
- Quem
- Gleisi Hoffmann (deputada federal) e Rafael Greca (ex-prefeito de Curitiba)
- O quê
- Figuram como prováveis integrantes do primeiro escalão do novo governo Lula, que poderá contemplar o Paraná com dois ministérios
- Quando
- Início previsto para 5 de janeiro de 2027; apoio declarado em 19 de outubro
- Onde
- Curitiba, Paraná
- Por quê
- Aumento significativo de votos de Lula no Paraná e em Curitiba no segundo turno após apoio público de Greca, dando força política ao estado para representação ministerial
- Como
- Greca declarou voto em Lula contrariando a direção partidária e o governador; votação de Lula cresceu em todos os 399 municípios do Paraná e eleitores curitibanos ampliaram a votação do presidente
A deputada federal Gleisi Hoffmann e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca figuram como prováveis integrantes do primeiro escalão do novo governo federal, que poderá contemplar o Paraná com dois ministérios.
A composição ministerial tem início previsto para 5 de janeiro de 2027. A inclusão dos nomes paranaenses decorre do aumento expressivo da votação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições, tanto no Paraná quanto na capital, impulsionando a representatividade política do estado nas discussões de Brasília.
O movimento ganhou força após Rafael Greca declarar apoio público e voto em Lula em 19 de outubro, contrariando a direção partidária e o governador do estado. A tomada de posição marcou o tabuleiro eleitoral no Paraná durante a reta final da disputa.
Os dados da votação indicam que o número de votos de Lula avançou em todos os 399 municípios do Paraná. Os eleitores de Curitiba também ampliaram a votação do presidente entre as etapas de votação.
Na capital paranaense, Lula havia registrado 332.099 votos no primeiro turno, o que representou 30,37% dos votos válidos. No segundo turno, o candidato alcançou 425.092 votos, equivalentes a 37,71% do total.
Esse desempenho representou um crescimento de quase 93 mil votos na capital. No mesmo intervalo eleitoral, a abstenção entre os eleitores curitibanos caiu em cerca de 31 mil pessoas, consolidando o peso político local na formação do futuro ministério.
Perguntas frequentes
›Quem são os nomes paranaenses cotados para o primeiro escalão?
A deputada federal Gleisi Hoffmann e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca figuram como cotados para assumir postos ministeriais.
›Qual foi a votação de Lula em Curitiba nos dois turnos?
Lula obteve 332.099 votos (30,37%) no primeiro turno e cresceu para 425.092 votos (37,71%) no segundo turno na capital, um aumento de quase 93 mil votos.
›O que motivou a articulação para o Paraná ter dois ministérios?
A força política decorre do crescimento de votos de Lula em todos os 399 municípios paranaenses e em Curitiba, após Greca declarar apoio formal em 19 de outubro contrariando seu partido e o governador.







