Campanha divulga sinal universal de socorro para mulheres em situação de violência
Ação estadual mobiliza órgãos municipais com distribuição de cartazes, adesivos e peças digitais para ampliar a identificação de pedidos de ajuda.

Os fatos
- Quem
- Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (CMDM) e Secretaria Municipal de Política para Mulheres (SMPM) de Londrina
- O quê
- Adesão à campanha do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher do Paraná (CEDM/PR) para divulgação de materiais informativos sobre o sinal universal de pedido de socorro
- Onde
- Londrina, Paraná
- Por quê
- Ampliar o conhecimento sobre o gesto que possibilita que mulheres em situação de violência sinalizem de forma discreta a necessidade de ajuda, reforçando as ações de proteção e facilitando o reconhecimento do sinal pela população
- Como
- Por meio de divulgação de posts informativos para redes sociais, molduras para fotos de perfil em aplicativos como WhatsApp, cartazes para distribuição e adesivos temáticos disponibilizados em pasta compartilhada no Google Drive
O Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (CMDM) e a Secretaria Municipal de Política para Mulheres (SMPM) aderiram, em Londrina, à mobilização de conscientização sobre o sinal universal de pedido de socorro.
A iniciativa integra uma campanha do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher do Paraná (CEDM/PR). O objetivo central é disseminar o gesto que permite a mulheres sob ameaça ou agressão indicar discretamente a necessidade de intervenção, facilitando a identificação imediata por pessoas próximas ou profissionais de atendimento.
A estratégia de difusão ocorre por meio de peças informativas digitais e impressas. O material inclui postagens para redes sociais, molduras para fotos de perfil em aplicativos de mensagens como o WhatsApp, cartazes informativos e adesivos temáticos. Todos os arquivos foram organizados e disponibilizados em pasta compartilhada na plataforma Google Drive para acesso público e reprodução.
A presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Rosalina Batista, enfatizou a relevância do engajamento coletivo no combate às agressões: "Londrina tem a oportunidade e o dever de integrar essa corrente de proteção. A união entre o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres demonstra a força institucional do nosso município e o compromisso inequívoco em salvar vidas. Quando o controle social e o Poder Público caminham alinhados, a informação chega a quem mais precisa: nos bairros, no comércio, nas escolas e nas unidades. Aderir a essa campanha é garantir que nenhuma mulher em Londrina e no Paraná fique invisível quando pedir socorro, pois é obrigação de toda sociedade o combate à violência contra a mulher".
A secretária em exercício da Secretaria Municipal de Política para Mulheres, Rosangela Portella Teruel, detalhou a finalidade da ação articulada entre poder público e sociedade. Segundo Teruel, "a iniciativa tem como objetivo ampliar o conhecimento dos profissionais e da população sobre como identificar o sinal universal de pedido de socorro, além de reforçar a importância do apoio e do acolhimento às mulheres que vivenciam situações de violência".
Com a adesão dos órgãos municipais, a expectativa é ampliar a circulação das peças em estabelecimentos comerciais, escolas e repartições locais, assegurando que o canal de socorro seja amplamente compreendido pela comunidade.
Perguntas frequentes
›Qual é o objetivo da campanha do sinal de socorro em Londrina?
A iniciativa visa divulgar o gesto que permite a mulheres em situação de violência pedir socorro de maneira discreta, além de capacitar a população e profissionais a reconhecerem o sinal e acolherem as vítimas.
›Quais materiais estão disponíveis na mobilização?
Estão disponíveis cartazes para impressão, adesivos temáticos, peças gráficas para redes sociais e molduras de fotos de perfil para aplicativos de mensagens disponibilizados em pasta do Google Drive.
›Quais instituições locais aderiram à iniciativa estadual?
A campanha é encampada em Londrina pelo Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (CMDM) e pela Secretaria Municipal de Política para Mulheres (SMPM), em consonância com o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher do Paraná (CEDM/PR).









