Operação prende seis por rede de exploração sexual de adolescentes no RJ

Publicado em 28/10/2026 às 13:56
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Ação da Polícia Civil ocorreu em Niterói, São Gonçalo e Maricá após análise de aparelhos apreendidos com assessor parlamentar preso.

Os fatos

Quem
Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e seis suspeitos presos
O quê
Deflagração de operação policial contra rede de exploração e escravidão sexual de adolescentes
Quando
Quarta-feira, 28 de outubro
Onde
Niterói, São Gonçalo e Maricá (RJ)
Por quê
Investigar e desarticular esquema de escravidão sexual de menores que produzia vídeos de abusos para chantagear e torturar as vítimas
Como
Cumprimento de mandados após análise de celulares e notebooks apreendidos em julho com um assessor parlamentar preso por estupro de vulnerável

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu seis pessoas, nesta quarta-feira (28), durante operação contra rede de escravidão sexual de adolescentes em Niterói, São Gonçalo e Maricá.

A ação foi deflagrada para desarticular um esquema de escravidão sexual de menores que produzia vídeos de abusos com a finalidade de chantagear e torturar as vítimas. O cumprimento das ordens judiciais ocorreu após o avanço das apurações policiais.

As investigações progrediram a partir da perícia de celulares e de dois notebooks apreendidos em julho. O material havia sido recolhido com um assessor parlamentar, preso na ocasião pelo crime de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 16 anos.

Perguntas frequentes

›Onde a operação foi realizada?

Os mandados foram cumpridos nas cidades de Niterói, São Gonçalo e Maricá, no estado do Rio de Janeiro.

›Quantas pessoas foram presas?

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu seis suspeitos durante a operação.

›Como a polícia identificou o esquema?

A ação ocorreu após a análise de celulares e dois notebooks apreendidos em julho com um assessor parlamentar, preso por estupro de vulnerável de uma vítima de 16 anos.

›Qual era a atuação da rede investigada?

O grupo mantinha um esquema de exploração e escravidão sexual de menores, registrando os abusos em vídeo para chantagear e torturar as vítimas.

Redação Vozes ParanaensesNacional · PR
Corrigir esta matériaPolítica editorialConteúdo produzido com assistência de IA e revisão humana.
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