Operação prende seis por rede de exploração sexual de adolescentes no RJ
Ação da Polícia Civil ocorreu em Niterói, São Gonçalo e Maricá após análise de aparelhos apreendidos com assessor parlamentar preso.
Os fatos
- Quem
- Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e seis suspeitos presos
- O quê
- Deflagração de operação policial contra rede de exploração e escravidão sexual de adolescentes
- Quando
- Quarta-feira, 28 de outubro
- Onde
- Niterói, São Gonçalo e Maricá (RJ)
- Por quê
- Investigar e desarticular esquema de escravidão sexual de menores que produzia vídeos de abusos para chantagear e torturar as vítimas
- Como
- Cumprimento de mandados após análise de celulares e notebooks apreendidos em julho com um assessor parlamentar preso por estupro de vulnerável
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu seis pessoas, nesta quarta-feira (28), durante operação contra rede de escravidão sexual de adolescentes em Niterói, São Gonçalo e Maricá.
A ação foi deflagrada para desarticular um esquema de escravidão sexual de menores que produzia vídeos de abusos com a finalidade de chantagear e torturar as vítimas. O cumprimento das ordens judiciais ocorreu após o avanço das apurações policiais.
As investigações progrediram a partir da perícia de celulares e de dois notebooks apreendidos em julho. O material havia sido recolhido com um assessor parlamentar, preso na ocasião pelo crime de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 16 anos.
Perguntas frequentes
›Onde a operação foi realizada?
Os mandados foram cumpridos nas cidades de Niterói, São Gonçalo e Maricá, no estado do Rio de Janeiro.
›Quantas pessoas foram presas?
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu seis suspeitos durante a operação.
›Como a polícia identificou o esquema?
A ação ocorreu após a análise de celulares e dois notebooks apreendidos em julho com um assessor parlamentar, preso por estupro de vulnerável de uma vítima de 16 anos.
›Qual era a atuação da rede investigada?
O grupo mantinha um esquema de exploração e escravidão sexual de menores, registrando os abusos em vídeo para chantagear e torturar as vítimas.







