Lula e Flávio Bolsonaro levam disputas sobre sigilos e Bolsa Família ao TSE
Reta final da campanha presidencial reúne embates jurídicos em Brasília, reajuste de benefício social e decisões judiciais antes da votação de domingo.
Os fatos
- Quem
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL)
- O quê
- Disputa sobre quebra de sigilos bancários e telefônicos, questionamentos sobre pagamentos e reajuste do Bolsa Família e atuação da Meta pautam a reta final da campanha presidencial
- Quando
- Outubro, na semana que antecede a votação de domingo (25)
- Onde
- Brasília (Tribunal Superior Eleitoral)
- Por quê
- Confrontos decorrentes de desafios mútuos iniciados em debate eleitoral e ações das campanhas às vésperas do segundo turno
- Como
- Campanhas entregaram procurações e dados ao TSE para quebra de sigilos mútuos, enquanto o relator André Mendonça e o MPE apontaram falta de necessidade de intervenção judicial; paralelamente, governo antecipou pagamentos e reajustou valores do Bolsa Família
As campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) disputaram, nesta semana em Brasília, no Tribunal Superior Eleitoral, medidas sobre sigilos e benefícios sociais.
A movimentação ocorreu após confrontos e desafios mútuos iniciados em debate eleitoral às vésperas do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25). Ambas as candidaturas apresentaram procurações e dados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com solicitações para quebra mútua de sigilos bancários e telefônicos. O ministro relator André Mendonça e o Ministério Público Eleitoral (MPE) manifestaram entendimento de que não havia necessidade de intervenção judicial para essa finalidade.
Além das representações judiciais sobre sigilos, a pauta da semana final de campanha abrangeu questionamentos relativos à atuação da empresa Meta e às medidas socioeconômicas do governo federal. O Executivo antecipou pagamentos e oficializou um reajuste de 15,04% no programa Bolsa Família.
Com o índice aplicado, o valor mínimo pago pelo benefício passou de R$ 600 para R$ 691. O valor médio repassado aos beneficiários, que era de R$ 675 antes da alteração, passou a ter estimativa de alcançar R$ 777.
No exterior, registros da apuração na Coreia do Sul apontaram votação de 64,3% para Lula e 35,6% para Flávio Bolsonaro entre os eleitores brasileiros que compareceram às urnas naquele país.
Perguntas frequentes
›Qual foi a posição de André Mendonça e do MPE sobre as quebras de sigilo?
O relator André Mendonça e o Ministério Público Eleitoral apontaram a falta de necessidade de intervenção judicial diante das procurações e dados entregues pelas campanhas ao TSE.
›Quais mudanças foram registradas nos valores do Bolsa Família?
O programa teve reajuste de 15,04%, elevando o valor mínimo de R$ 600 para R$ 691. O benefício médio anterior de R$ 675 passou para uma estimativa de R$ 777.
›Qual foi o resultado da votação registrado na Coreia do Sul?
Na Coreia do Sul, a apuração registrou 64,3% dos votos para Lula (PT) e 35,6% para Flávio Bolsonaro (PL).







