FAB intercepta aeronave vinda da Bolívia no Mato Grosso
Piloto de monomotor irregular realizou pouso forçado próximo a Juara, ateou fogo no avião e fugiu após ação integrada com a PF
Os fatos
- Quem
- Força Aérea Brasileira (FAB), Polícia Federal e piloto não identificado
- O quê
- FAB intercepta aeronave vinda da Bolívia que voava de forma irregular; piloto realiza pouso forçado, incendeia o avião e foge
- Quando
- 23 de outubro
- Onde
- região próxima ao município de Juara, Mato Grosso
- Por quê
- aeronave voava de forma irregular no espaço aéreo brasileiro, sem plano de voo e com matrícula não identificada
- Como
- após cerco com emprego de um caça A-29 Super Tucano e aeronave E-99 com apoio da PF, piloto percebeu aproximação, realizou pouso forçado em solo, incendiou a própria aeronave e fugiu
A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou, em 23 de outubro, uma aeronave clandestina vinda da Bolívia na região próxima ao município de Juara, em Mato Grosso.
A abordagem ocorreu porque o monomotor, identificado como um Cessna branco, voava de forma irregular no espaço aéreo nacional. O voo não possuía plano de tráfego aéreo aprovado e operava com matrícula não identificada pelos órgãos de controle.
Para conter a invasão, a operação empregou um caça A-29 Super Tucano e uma aeronave-radar E-99, com apoio conjunto da Polícia Federal (PF). As movimentações mobilizaram as equipes de segurança também na região de Cuiabá.
Ao notar o cerco das Forças Armadas no ar, o suspeito realizou um pouso forçado em solo. Logo após aterrissar, o piloto incendiou a própria aeronave e fugiu do local a pé, sem ser identificado até o momento.
Perguntas frequentes
›Qual aeronave foi interceptada pela FAB?
Foi interceptado um avião modelo Cessna branco que entrou no espaço aéreo brasileiro a partir da Bolívia.
›O que aconteceu com o piloto após o pouso forçado?
O piloto realizou o pouso em solo próximo a Juara, ateou fogo na própria aeronave e fugiu a pé sem ser identificado.
›Quais recursos militares foram empregados na interceptação?
A operação da FAB contou com o emprego de um caça A-29 Super Tucano e de uma aeronave de vigilância E-99, com apoio da Polícia Federal.







