Retirada e venda de ostras em Cabaraquara voltam a ser liberadas
Adapar emitiu nota técnica após dois laudos laboratoriais consecutivos confirmarem a ausência de ficotoxinas marinhas nas áreas de cultivo.

Os fatos
- Quem
- Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar)
- O quê
- Liberação da retirada e comercialização de ostras nas áreas de cultivo da região de Cabaraquara
- Quando
- Sexta-feira (6)
- Onde
- Região de Cabaraquara, em Guaratuba, no Litoral do Paraná
- Por quê
- Obtenção de dois resultados laboratoriais consecutivos negativos para ficotoxinas marinhas (grupo do ácido okadaico), que retornaram a níveis não detectáveis após terem sido identificadas acima do limite permitido na semana anterior
- Como
- Desinterdição formalizada por meio da Nota Técnica 05/2026 da Adapar, com base nos Laudos nº 34418/26 e 35293/26 do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-RS/SLAV São José-SC), no âmbito do Programa Nacional de Moluscos Bivalves Seguros (MoluBiS)
A retirada e a comercialização de ostras cultivadas em Cabaraquara, em Guaratuba, foram liberadas nesta sexta-feira (6) pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).
A liberação ocorreu após a obtenção de dois resultados laboratoriais consecutivos negativos para ficotoxinas marinhas do grupo do ácido okadaico. As substâncias retornaram a níveis não detectáveis após terem sido identificadas acima do limite tolerado na semana anterior.
A desinterdição sanitária foi formalizada pela Adapar por meio da Nota Técnica 05/2026. A determinação tomou como base os Laudos nº 34418/26 e 35293/26, expedidos pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-RS/SLAV São José-SC), unidade que integra as ações do Programa Nacional de Moluscos Bivalves Seguros (MoluBiS).
As áreas aquícolas do Litoral do Paraná permanecem sob vigilância sanitária contínua, com a realização de coletas a cada 15 dias para o rastreio de toxinas e garantia da qualidade dos moluscos.
Perguntas frequentes
›Por que as ostras de Cabaraquara haviam sido interditadas?
A restrição anterior ocorreu porque análises identificaram ficotoxinas marinhas do grupo do ácido okadaico acima do limite permitido na semana anterior.
›O que permitiu a nova liberação do produto?
A Adapar autorizou a retirada após dois laudos laboratoriais consecutivos comprovarem que as toxinas retornaram a níveis não detectáveis.
›Qual órgão e documento oficializaram a desinterdição?
A medida foi formalizada pela Adapar por meio da Nota Técnica 05/2026, amparada nos laudos do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária.
›Com que frequência o cultivo continua sendo monitorado?
O acompanhamento pelo Programa Nacional de Moluscos Bivalves Seguros (MoluBiS) mantém coletas a cada 15 dias.










