Retirada e venda de ostras em Cabaraquara voltam a ser liberadas

Publicado em 06/11/2026 às 19:36
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Adapar emitiu nota técnica após dois laudos laboratoriais consecutivos confirmarem a ausência de ficotoxinas marinhas nas áreas de cultivo.

Retirada e venda de ostras em Cabaraquara voltam a ser liberadas

Os fatos

Quem
Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar)
O quê
Liberação da retirada e comercialização de ostras nas áreas de cultivo da região de Cabaraquara
Quando
Sexta-feira (6)
Onde
Região de Cabaraquara, em Guaratuba, no Litoral do Paraná
Por quê
Obtenção de dois resultados laboratoriais consecutivos negativos para ficotoxinas marinhas (grupo do ácido okadaico), que retornaram a níveis não detectáveis após terem sido identificadas acima do limite permitido na semana anterior
Como
Desinterdição formalizada por meio da Nota Técnica 05/2026 da Adapar, com base nos Laudos nº 34418/26 e 35293/26 do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-RS/SLAV São José-SC), no âmbito do Programa Nacional de Moluscos Bivalves Seguros (MoluBiS)

A retirada e a comercialização de ostras cultivadas em Cabaraquara, em Guaratuba, foram liberadas nesta sexta-feira (6) pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).

A liberação ocorreu após a obtenção de dois resultados laboratoriais consecutivos negativos para ficotoxinas marinhas do grupo do ácido okadaico. As substâncias retornaram a níveis não detectáveis após terem sido identificadas acima do limite tolerado na semana anterior.

A desinterdição sanitária foi formalizada pela Adapar por meio da Nota Técnica 05/2026. A determinação tomou como base os Laudos nº 34418/26 e 35293/26, expedidos pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-RS/SLAV São José-SC), unidade que integra as ações do Programa Nacional de Moluscos Bivalves Seguros (MoluBiS).

As áreas aquícolas do Litoral do Paraná permanecem sob vigilância sanitária contínua, com a realização de coletas a cada 15 dias para o rastreio de toxinas e garantia da qualidade dos moluscos.

Perguntas frequentes

›Por que as ostras de Cabaraquara haviam sido interditadas?

A restrição anterior ocorreu porque análises identificaram ficotoxinas marinhas do grupo do ácido okadaico acima do limite permitido na semana anterior.

›O que permitiu a nova liberação do produto?

A Adapar autorizou a retirada após dois laudos laboratoriais consecutivos comprovarem que as toxinas retornaram a níveis não detectáveis.

›Qual órgão e documento oficializaram a desinterdição?

A medida foi formalizada pela Adapar por meio da Nota Técnica 05/2026, amparada nos laudos do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária.

›Com que frequência o cultivo continua sendo monitorado?

O acompanhamento pelo Programa Nacional de Moluscos Bivalves Seguros (MoluBiS) mantém coletas a cada 15 dias.

Redação Vozes ParanaensesLitoral · PR
Corrigir esta matériaPolítica editorialConteúdo produzido com assistência de IA e revisão humana.
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