Operação mira esquema de furto e envio de caminhonetes de luxo ao Paraguai
Ação cumpre 20 ordens judiciais contra grupo armado que recrutava adolescentes e trazia criminosos de Santa Catarina.

Os fatos
- Quem
- Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio do Grupo de Diligências Especiais (GDE) da 7ª Subdivisão Policial de Umuarama, com apoio da Polícia Militar e da Força Nacional de Segurança Pública; tendo como alvo organização criminosa liderada por um homem conhecido como "Forte"
- O quê
- Deflagração da Operação Kriptonita contra organização criminosa armada e transnacional especializada em furtos de caminhonetes de luxo (principalmente Toyota Hilux) enviadas ao Paraguai, com uso de adolescentes e criminosos recrutados em Santa Catarina
- Quando
- 28 de outubro de 2026
- Onde
- Umuarama, Alto Piquiri, Guaíra e Perobal, no Paraná
- Por quê
- Desmantelar esquema criminoso estruturado que realizava furtos qualificados de veículos, lavagem de dinheiro e corrupção de menores para transporte de caminhonetes à fronteira
- Como
- Cumprimento simultâneo de 20 ordens judiciais expedidas pela Justiça, incluindo buscas por ferramentas de arrombamento, equipamentos eletrônicos de violação veicular, dispositivos de programação de chaves, módulos de ignição, armas e placas clonadas
A Polícia Civil do Paraná deflagrou, na manhã de 28 de outubro de 2026, a Operação Kriptonita em Umuarama contra uma organização criminosa que furtava caminhonetes de luxo para enviá-las ao Paraguai.
A mobilização cumpriu simultaneamente 20 ordens judiciais para desmantelar um esquema de furto qualificado, lavagem de dinheiro e corrupção de menores. O grupo utilizava ferramentas de arrombamento, dispositivos de programação de chaves, módulos de ignição e equipamentos eletrônicos para violar caminhonetes, tendo como alvo principal modelos Toyota Hilux, além de circular com placas clonadas e armas.
A ação foi coordenada pelo Grupo de Diligências Especiais (GDE) da 7ª Subdivisão Policial de Umuarama, com apoio da Polícia Militar do Paraná e da Força Nacional de Segurança Pública. Além da base da operação, os mandados foram executados nos municípios paranaenses de Alto Piquiri, Guaíra e Perobal.
Ao todo, a Justiça expediu 11 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão preventiva e dois mandados de apreensão e internação de adolescentes. As diligências focaram na apreensão de apetrechos tecnológicos usados para destravar e ligar os automóveis sem necessidade da chave original.
Segundo as apurações, o grupo armado e de atuação transnacional é liderado por um homem conhecido como "Forte". O suspeito liderou uma fuga em Assis Chateaubriand no ano de 2025 e seguiu articulando o esquema criminoso na região noroeste.
A organização também contava com criminosos recrutados em Joinville, Santa Catarina, e registrou conexões com o Rio de Janeiro. Em 24 de julho, uma tentativa de furto filmada forneceu elementos para os policiais identificarem a dinâmica do grupo, que escalava menores de idade para realizar a travessia e o transporte direto dos veículos até a fronteira paraguaia.
Perguntas frequentes
›Qual foi o objetivo da Operação Kriptonita?
Desmantelar uma organização criminosa armada especializada em furtos qualificados de caminhonetes de luxo, principalmente Toyota Hilux, enviadas ilegalmente ao Paraguai.
›Quantos mandados judiciais foram expedidos?
Foram expedidas 20 ordens judiciais, sendo 11 mandados de busca e apreensão, sete de prisão preventiva e dois de apreensão e internação de adolescentes.
›Quais cidades foram alvos da ação policial?
As ordens judiciais foram cumpridas simultaneamente nos municípios de Umuarama, Alto Piquiri, Guaíra e Perobal.
›Quem liderava a organização criminosa investigada?
As investigações apontam que o esquema era liderado por um homem conhecido como "Forte", suspeito que liderou uma fuga na cidade de Assis Chateaubriand em 2025.







