Estudos para regularização fundiária na Vila Tiradentes beneficiam 433 famílias
Processo conduzido pelo Governo do Paraná envolve estruturação de serviços básicos, atualização cadastral e diagnósticos técnicos na comunidade.

Os fatos
- Quem
- Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (Seap), com participação da Sanepar e da Associação de Moradores
- O quê
- Início dos estudos técnicos para regularização fundiária e estruturação de serviços públicos na Vila Tiradentes
- Quando
- terça-feira (3)
- Onde
- Vila Tiradentes, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), Curitiba, Paraná
- Por quê
- A área foi incorporada ao patrimônio do Estado após acordo institucional com a finalidade de viabilizar a regularização fundiária e dar segurança de permanência às famílias
- Como
- Por meio de visita técnica, entrega de ofício formalizando a destinação da área, articulação institucional com Sanepar e Copel, e realização de estudos urbanísticos, ambientais e sociais, além de atualização cadastral e diagnóstico socioterritorial
O Governo do Paraná iniciou, nesta terça-feira (3), estudos técnicos para regularização fundiária e estruturação de serviços públicos na Vila Tiradentes, na Cidade Industrial de Curitiba.
A medida ocorre após a área ter sido incorporada ao patrimônio do Estado por meio de acordo institucional. O objetivo é assegurar a permanência de 433 famílias que vivem na comunidade, ocupada desde 2015.
O início dos trabalhos foi marcado por uma visita técnica e pela entrega do ofício que formaliza a destinação do terreno. A condução do processo é feita pela Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (Seap), com participação da Associação de Moradores e articulação institucional com a Sanepar e a Copel. As ações preveem atualização cadastral, diagnóstico socioterritorial e análises urbanísticas, ambientais e sociais.
Segundo a diretora-geral da Seap, Marta Cristina Guizelini, o trabalho na região busca consolidar métodos de gestão territorial. "O Estado vem estruturando instrumentos para conhecer melhor o seu patrimônio e construir alternativas para áreas ocupadas por famílias. Cada território tem características próprias, mas, ao desenvolvermos diretrizes e uma metodologia adequada, teremos melhores condições para atuar em outras situações", afirmou.
O diretor de Gestão Patrimonial, Documental e de Transporte da Seap, Edson Galdino, destacou que as melhorias não dependem exclusivamente da conclusão documental. "Essa comunidade já tem uma história e uma organização própria. O nosso papel agora é trabalhar junto com os moradores e com as instituições parceiras para construir as soluções necessárias. É um processo complexo, mas a área passou a pertencer ao Estado justamente com a finalidade de viabilizar a regularização fundiária", explicou Galdino, acrescentando que "a regularização fundiária é um processo que exige várias etapas, mas algumas melhorias e encaminhamentos podem começar antes da sua conclusão".
A complexidade dos levantamentos em campo foi pontuada pela assistente social da Seap, Kelly Vasco. "Encontramos uma comunidade com mais de dez anos de história e uma organização coletiva importante. Mas também conseguimos visualizar a complexidade da área e tudo o que ainda precisa ser estudado. Serão necessários estudos urbanísticos, ambientais e sociais para que possamos construir um projeto de regularização adequado à realidade da comunidade", ressaltou.
Perguntas frequentes
›Quantas famílias serão beneficiadas pela regularização da Vila Tiradentes?
A ação prevê beneficiar 433 famílias que vivem no local, ocupado desde o ano de 2015.
›Quais órgãos e entidades participam da ação na comunidade?
Os trabalhos são conduzidos pela Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (Seap), com participação da Sanepar, da Copel e da Associação de Moradores.
›Quais etapas técnicas serão realizadas no local?
O cronograma inclui atualização cadastral, diagnóstico socioterritorial e a realização de estudos urbanísticos, ambientais e sociais.











