Livros resgatam memória cultural e plano de restauração da Alfândega
Obras sobre o patrimônio e a trajetória aduaneira foram debatidas junto à necessidade de reformas no prédio histórico, sem obras há quase 30 anos.
Os fatos
- Quem
- O editor Fábio Brito, o fotógrafo Zig Koch, o historiador Hamilton Sampaio Júnior e o delegado da Receita Federal Gerson Faucz
- O quê
- Debate sobre os projetos dos livros 'Alfândega de Paranaguá: 200 anos de história' e '380 Razões para Amar Paranaguá', além de planos de restauração do prédio da Alfândega
- Quando
- quarta-feira, 28
- Onde
- Paranaguá, Paraná
- Por quê
- Para valorizar a história, o patrimônio, a identidade cultural do município e registrar a trajetória da Alfândega e sua ligação com o desenvolvimento regional e portuário
- Como
- Por meio de entrevista concedida ao podcast PodCafé, da Folha do Litoral News
Pesquisadores, produtores culturais e a Receita Federal debateram na quarta-feira (28), em Paranaguá, projetos de dois livros e a restauração do prédio da Alfândega.
A iniciativa tem o objetivo de valorizar a história, o patrimônio e a identidade cultural paranaense. A discussão foi realizada durante entrevista concedida ao podcast PodCafé, da Folha do Litoral News, reunindo o editor Fábio Brito, o fotógrafo Zig Koch, o historiador Hamilton Sampaio Júnior e o delegado da Receita Federal Gerson Faucz.
Um dos focos da discussão é a obra "Alfândega de Paranaguá: 200 anos de história", vinculada à trajetória do controle aduaneiro e do desenvolvimento regional. O acervo inclui registros históricos de uma galeria iniciada em 1827. "O material despertou o interesse em aprofundar as pesquisas sobre a instituição e sua trajetória. Seria uma excelente oportunidade para a gente contar essa história da evolução da Alfândega, do controle aduaneiro ao longo desse período e também contar a história do Porto de Paranaguá e do município como um todo", afirmou Gerson Faucz. O delegado ressaltou que a combinação entre agilidade e segurança nos procedimentos de comércio exterior atrai cargas, movimenta a economia e gera empregos.
Outro projeto em pauta é o livro "380 Razões para Amar Paranaguá", idealizado em alusão ao aniversário de 380 anos do município, que será comemorado em 2028. Para o historiador Hamilton Sampaio Júnior, a proposta extrapola a publicação impressa: "Ele não é só um livro, ele é um projeto de identidade cultural para Paranaguá, de resgate de identidade cultural".
A preservação visual e documental foi enfatizada pelo fotógrafo Zig Koch, que integra a iniciativa. "A fotografia traz essa mágica e a gente tem a responsabilidade de pegar detalhes que passam despercebidos", observou.
O encontro abordou também a situação da sede histórica da Alfândega, que está há quase 30 anos sem passar por uma reforma completa. Os participantes apontaram a necessidade de novas intervenções estruturais. Segundo Zig Koch, "recuperar os imóveis históricos e dar a eles uma utilização adequada é fundamental para manter esses espaços vivos".
Perguntas frequentes
›Quais obras bibliográficas estão em desenvolvimento?
Estão em debate os livros "Alfândega de Paranaguá: 200 anos de história" e "380 Razões para Amar Paranaguá".
›Há quanto tempo o prédio da Alfândega não passa por reforma?
A estrutura do prédio histórico da Alfândega está há quase 30 anos sem receber reformas.
›Quando o município completará 380 anos?
A comemoração dos 380 anos da cidade ocorrerá em 2028.









