Suspeito de envolvimento na morte de jovem de 26 anos é preso
Mandado de prisão temporária de 30 dias foi cumprido após laudo do IML apontar asfixia mecânica.

Os fatos
- Quem
- Polícia Civil do Paraná (PCPR) e homem suspeito (não identificado)
- O quê
- Cumprimento de mandado de prisão temporária de 30 dias e de busca e apreensão contra suspeito de envolvimento na morte de um jovem de 26 anos
- Quando
- Manhã de quarta-feira (28)
- Onde
- Castro, nos Campos Gerais do Paraná
- Por quê
- O caso era tratado como possível morte natural, mas laudo do IML apontou asfixia mecânica indireta, além de divergências nos relatos e indícios de violência
- Como
- Cumprimento de mandados judiciais após investigação com depoimentos de testemunhas, análises de gravações de áudio e vídeo e exames periciais
A Polícia Civil do Paraná prendeu um homem na manhã desta quarta-feira (28), em Castro, suspeito de envolvimento na morte de um jovem de 26 anos.
A captura ocorreu durante o cumprimento de mandados judiciais de prisão temporária de 30 dias e de busca e apreensão. A ação foi deflagrada após a apuração policial colher depoimentos de testemunhas, analisar gravações de áudio e vídeo e reunir exames periciais.
Inicialmente, a ocorrência era tratada como uma possível morte natural. O andamento das investigações revelou divergências nos relatos apresentados e indícios de violência, o que levou a uma reavaliação completa da ocorrência pelas autoridades.
O laudo elaborado pelo Instituto Médico Legal confirmou que a vítima morreu por asfixia mecânica indireta, provocada pela compressão do tórax e do abdômen. O suspeito permanece detido e à disposição da Justiça.
Perguntas frequentes
›Qual foi a causa da morte apontada pela perícia?
O laudo do Instituto Médico Legal apontou asfixia mecânica indireta, provocada pela compressão do tórax e do abdômen.
›Qual é o prazo da prisão do suspeito?
A Justiça expediu um mandado de prisão temporária com duração de 30 dias.
›O que levou a polícia a pedir a prisão do suspeito?
A apuração identificou divergências em depoimentos, reuniu análises de gravações de áudio e vídeo e considerou o laudo pericial que descartou a hipótese inicial de morte natural.








