Preço do suíno cai 27,8% e produtores operam com margens negativas no Paraná
Criadores recebem R$ 5,17 por quilo enquanto custo atinge R$ 6,13; avicultura também registra perdas, aponta Deral

Os fatos
- Quem
- Departamento de Economia Rural (Deral) e produtores de suínos e aves
- O quê
- Suinocultura paranaense opera no vermelho devido à queda nos preços pagos aos produtores e ao aumento dos custos de produção, cenário que também atinge a avicultura com margens negativas
- Quando
- quinta-feira (29)
- Onde
- Paraná / Toledo
- Por quê
- Queda expressiva nos preços pagos aos produtores e aumento dos custos de produção
- Como
- Produtores recebem R$ 5,17 por quilo do suíno vivo, enquanto o custo de produção atinge R$ 6,13 por quilo
A suinocultura opera no vermelho em Toledo e no Paraná devido à queda nos preços pagos aos criadores, apontou o Departamento de Economia Rural (Deral) nesta quinta-feira (29).
A desvalorização do produto combinada com o aumento nos custos de produção pressionou a rentabilidade das granjas. O preço pago pelo quilo do suíno vivo registrou queda de 27,8%, atingindo a cotação de R$ 5,17.
Por outro lado, as despesas para manter os lotes alcançaram a marca de R$ 6,13 por quilo produzido, gerando margem negativa na atividade.
De acordo com o Deral (Departamento de Economia Rural da Seab), a pressão financeira sobre os criadores não é isolada: a avicultura paranaense também enfrenta dificuldades semelhantes e registra margens negativas no período.
Perguntas frequentes
›Qual é a diferença entre o preço pago ao produtor e o custo de produção do suíno?
Os produtores recebem R$ 5,17 por quilo do suíno vivo, enquanto o custo de produção registrado é de R$ 6,13 por quilo.
›De quanto foi a queda no preço pago pelo suíno no Paraná?
O recuo nos preços pagos aos suinocultores paranaenses foi de 27,8%.
›Outro setor da pecuária enfrenta margens negativas no estado?
Sim, o cenário de margens negativas apontado pelo Deral também atinge os criadores da avicultura.










