PF prende uma pessoa em flagrante por armazenar arquivos de abuso infantojuvenil
Mandado de busca e apreensão foi cumprido após investigação identificar uso de rede peer-to-peer para compartilhamento do material.
Os fatos
- Quem
- Polícia Federal
- O quê
- Cumprimento de mandado de busca e apreensão e prisão em flagrante de uma pessoa por armazenamento de arquivos com registros de abuso sexual infantojuvenil
- Quando
- terça-feira (27)
- Onde
- Foz do Iguaçu, Paraná
- Por quê
- Investigação sobre possível compartilhamento e armazenamento de arquivos com cenas de abuso sexual infantojuvenil por meio de rede peer-to-peer (P2P), apurando crimes dos artigos 241-A e 241-B do ECA
- Como
- Durante cumprimento de mandado de busca e apreensão, foi constatado o armazenamento de arquivos contendo registros de abuso sexual de menores de idade em um computador em uma residência
A Polícia Federal prendeu uma pessoa em flagrante nesta terça-feira (27), em Foz do Iguaçu, por armazenamento de arquivos com registros de abuso sexual infantojuvenil.
A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em uma residência. No local, os policiais federais constataram a presença dos arquivos ilegais armazenados em um computador.
A operação decorre de investigações sobre o possível compartilhamento e armazenamento desse tipo de conteúdo por meio de redes peer-to-peer (P2P). O caso apura a prática dos crimes previstos nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990).
Perguntas frequentes
›Qual foi o motivo da prisão em flagrante?
A pessoa foi presa em flagrante após a Polícia Federal localizar arquivos com registros de abuso sexual de menores de idade armazenados em um computador residencial.
›Quais crimes estão sendo investigados no caso?
A apuração aponta para infrações previstas nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, relacionados ao compartilhamento e armazenamento de materiais de abuso infantojuvenil.
›Como funcionava a circulação do conteúdo investigado?
De acordo com a investigação, os arquivos eram supostamente compartilhados e armazenados por meio de redes peer-to-peer (P2P).








