PF cumpre 11 mandados em operação contra comércio ilegal de eletrônicos e corrupção
Segunda fase da Operação Resgate Ilícito apura lavagem de dinheiro e atuação de agentes públicos na proteção de grupo criminoso.

Os fatos
- Quem
- Polícia Federal (PF), com policiais de Cascavel, Foz do Iguaçu e Guaíra, e apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Paraná
- O quê
- Deflagração da segunda fase da Operação Resgate Ilícito, com cumprimento de mandados e medidas cautelares contra organização criminosa investigada por transporte e comercialização irregular de eletrônicos, corrupção e lavagem de dinheiro
- Quando
- quarta-feira, 29
- Onde
- Foz do Iguaçu
- Por quê
- Apurar crimes de organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro, consolidar provas, identificar integrantes, rastrear bens de origem ilícita e apurar a participação de agentes públicos que atuavam na proteção do grupo
- Como
- Cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão (incluindo as residências de dois policiais militares investigados), medidas cautelares patrimoniais e outras diligências
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (29), em Foz do Iguaçu, a segunda fase da Operação Resgate Ilícito contra um grupo suspeito de comércio ilegal de eletrônicos e corrupção.
A ofensiva cumpriu 11 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares de ordem patrimonial e outras diligências judiciais. O objetivo da ação é consolidar provas, identificar integrantes da organização criminosa, rastrear bens obtidos de forma ilícita e apurar a participação de agentes públicos que atuavam na proteção das atividades do grupo.
Entre as ordens judiciais cumpridas pela corporação estão buscas realizadas nas residências de dois policiais militares investigados. A ação contou com o apoio direto da Corregedoria da Polícia Militar do Paraná, além de policiais federais mobilizados das delegacias de Cascavel, Guaíra e da própria unidade de Foz do Iguaçu.
As investigações tiveram início em novembro de 2025. O trabalho policial mira um esquema estruturado voltado ao transporte e à comercialização irregular de mercadorias eletrônicas, com ramificações em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
De acordo com a apuração policial, cargas interceptadas entre 2024 e 2025 que deram origem ao caso somam aproximadamente R$ 20 milhões em produtos apreendidos.
Perguntas frequentes
›O que investiga a Operação Resgate Ilícito?
A operação apura a atuação de uma organização criminosa envolvida no transporte e na comercialização irregular de eletrônicos, além de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
›Quantos mandados foram cumpridos na ação?
Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, incluindo buscas nas residências de dois policiais militares investigados, além de medidas cautelares patrimoniais.
›Qual é o valor estimado das cargas ligadas ao esquema?
Segundo a apuração, as cargas interceptadas entre 2024 e 2025 que motivaram as investigações somam aproximadamente R$ 20 milhões.









