Mulher repassa dados bancários a falso advogado prometendo valores do INSS
Golpista entrou em contato por aplicativo de mensagens; até o registro da ocorrência policial, nenhuma transação indevida havia sido confirmada.
Os fatos
- Quem
- Uma mulher e um indivíduo não identificado que se passou pelo advogado dela
- O quê
- Uma mulher repassou dados pessoais e bancários ao cair no golpe do falso advogado, que prometia a liberação de valores de uma ação trabalhista contra o INSS
- Quando
- Contato em 3 de novembro; registro do boletim de ocorrência em uma quarta-feira (4), por volta das 14h15
- Onde
- Pato Bragado, Paraná
- Por quê
- O golpista solicitou dados sob a alegação de que seriam necessários para efetivar o pagamento de uma ação trabalhista contra o INSS
- Como
- O criminoso entrou em contato por aplicativo de mensagens passando-se pelo advogado da vítima e pediu confirmação de informações pessoais e bancárias
Uma mulher procurou a polícia na quarta-feira (4) após repassar dados pessoais e bancários a um falso advogado em Pato Bragado.
O contato do golpista ocorreu no dia 3 de novembro por meio de um aplicativo de mensagens. O indivíduo não identificado se passou pelo defensor legal da vítima e solicitou a confirmação das informações cadastrais e financeiras sob a alegação de que elas seriam necessárias para efetivar o pagamento de uma ação trabalhista contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O boletim de ocorrência foi registrado por volta das 14h15. De acordo com o relato formalizado junto às autoridades, nenhuma transação indevida havia sido identificada nas contas bancárias da vítima até o momento da comunicação do fato.
Perguntas frequentes
›Como funcionava a abordagem do golpista?
O indivíduo entrou em contato por aplicativo de mensagens, passou-se pelo advogado da vítima e pediu confirmação de informações pessoais e bancárias alegando liberação de valores de ação trabalhista contra o INSS.
›Houve prejuízo financeiro confirmado?
Até o momento do registro do boletim de ocorrência na polícia, nenhuma transação bancária indevida havia sido identificada.
›Quando o caso foi registrado na polícia?
A vítima registrou a ocorrência em uma quarta-feira (4), por volta das 14h15, após o primeiro contato do golpista ter ocorrido em 3 de novembro.











