Mulher repassa dados bancários a falso advogado prometendo valores do INSS

Publicado em 05/11/2026 às 10:45
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Golpista entrou em contato por aplicativo de mensagens; até o registro da ocorrência policial, nenhuma transação indevida havia sido confirmada.

Os fatos

Quem
Uma mulher e um indivíduo não identificado que se passou pelo advogado dela
O quê
Uma mulher repassou dados pessoais e bancários ao cair no golpe do falso advogado, que prometia a liberação de valores de uma ação trabalhista contra o INSS
Quando
Contato em 3 de novembro; registro do boletim de ocorrência em uma quarta-feira (4), por volta das 14h15
Onde
Pato Bragado, Paraná
Por quê
O golpista solicitou dados sob a alegação de que seriam necessários para efetivar o pagamento de uma ação trabalhista contra o INSS
Como
O criminoso entrou em contato por aplicativo de mensagens passando-se pelo advogado da vítima e pediu confirmação de informações pessoais e bancárias

Uma mulher procurou a polícia na quarta-feira (4) após repassar dados pessoais e bancários a um falso advogado em Pato Bragado.

O contato do golpista ocorreu no dia 3 de novembro por meio de um aplicativo de mensagens. O indivíduo não identificado se passou pelo defensor legal da vítima e solicitou a confirmação das informações cadastrais e financeiras sob a alegação de que elas seriam necessárias para efetivar o pagamento de uma ação trabalhista contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O boletim de ocorrência foi registrado por volta das 14h15. De acordo com o relato formalizado junto às autoridades, nenhuma transação indevida havia sido identificada nas contas bancárias da vítima até o momento da comunicação do fato.

Perguntas frequentes

›Como funcionava a abordagem do golpista?

O indivíduo entrou em contato por aplicativo de mensagens, passou-se pelo advogado da vítima e pediu confirmação de informações pessoais e bancárias alegando liberação de valores de ação trabalhista contra o INSS.

›Houve prejuízo financeiro confirmado?

Até o momento do registro do boletim de ocorrência na polícia, nenhuma transação bancária indevida havia sido identificada.

›Quando o caso foi registrado na polícia?

A vítima registrou a ocorrência em uma quarta-feira (4), por volta das 14h15, após o primeiro contato do golpista ter ocorrido em 3 de novembro.

Redação Vozes ParanaensesOeste · PR
Corrigir esta matériaPolítica editorialConteúdo produzido com assistência de IA e revisão humana.
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