Câmeras flagram furto de R$ 2,5 milhões em placas de vídeo de empresa de Maringá

Publicado em 30/10/2026 às 17:02
WhatsApp

Carga importada dos EUA foi retirada com documento falso em Guarulhos; motorista confessou o crime e funcionários são investigados.

Os fatos

Quem
Nicolás Stéfano da Silva (motorista preso), Polícia Civil, distribuidora de tecnologia Oderço e funcionários suspeitos do terminal de cargas
O quê
Imagens de câmeras de segurança revelaram detalhes do furto de dois pallets de placas de vídeo avaliados em R$ 2,5 milhões pertencentes à empresa Oderço; o motorista do caminhão foi preso e confessou o crime
Quando
Carga desapareceu em setembro; retirada por caminhão ocorreu em 11 de outubro; pronunciamento do presidente da empresa ocorreu em 22 de outubro
Onde
Terminal de cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (SP)
Por quê
Desvio de carga para comercialização ilegal, tendo uma das unidades sido identificada em anúncio de venda pela internet
Como
O motorista utilizou documento falso e um caminhão com placas clonadas previamente cadastrado; as etiquetas de identificação e códigos de barras dos produtos teriam sido trocados para burlar o escaneamento na saída do terminal

A Polícia Civil apura o furto de R$ 2,5 milhões em placas de vídeo pertencentes a uma empresa de Maringá no Aeroporto de Guarulhos (SP), ocorrido em outubro.

Segundo as investigações, a fraude ocorreu mediante o desvio da carga para posterior comercialização ilegal. O condutor do veículo utilizou documento falso e dirigiu um caminhão com placas clonadas que já estava previamente cadastrado para a retirada. Para burlar a checagem no escaneamento de saída do terminal, as etiquetas de identificação e os códigos de barras dos produtos teriam sido trocados.

A remessa continha dois pallets com placas de vídeo modelo RTX 5090, do fabricante Zotac, importadas diretamente dos Estados Unidos. O material havia chegado ao terminal de cargas e desaparecido em setembro, tendo o registro de retirada formalizado por caminhão no dia 11 de outubro.

O motorista do caminhão, identificado pelas iniciais N. S. da S., foi preso pelas equipes policiais e confessou a participação no crime. Além do motorista detido, funcionários do próprio terminal de cargas do aeroporto paulista também são tratados como suspeitos de integrar o esquema de facilitação do desvio.

A destinação dos componentes eletrônicos começou a ser confirmada quando ao menos uma das placas de vídeo furtadas acabou identificada em um anúncio de venda publicado na internet.

Em pronunciamento realizado no dia 22 de outubro, o presidente da Oderço, Oderço Matos, destacou o rastreamento das peças: "Uma informação importante sobre essas placas que sumiram. O número de série de todas elas fo". O inquérito policial segue em andamento para localizar o restante do lote e identificar todos os participantes da fraude.

Perguntas frequentes

›Qual é a carga furtada e qual o valor estimado?

A carga é composta por dois pallets de placas de vídeo modelo RTX 5090 da marca Zotac, importadas dos Estados Unidos e avaliadas em R$ 2,5 milhões.

›Onde aconteceu o furto?

O crime aconteceu no terminal de cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo, no município de Guarulhos (SP).

›Como os suspeitos conseguiram retirar o material do aeroporto?

O motorista utilizou documento falso e um caminhão com placas clonadas, além de trocar etiquetas de identificação e códigos de barras para driblar o escaneamento na portaria.

›Alguém já foi preso pelo crime?

Sim. O motorista do caminhão foi preso pela Polícia Civil e confessou a autoria, enquanto funcionários do terminal de cargas continuam sob investigação.

Redação Vozes ParanaensesNorte · PR
Corrigir esta matériaPolítica editorialConteúdo produzido com assistência de IA e revisão humana.
Compartilhar