CBF nomeia Aline Pellegrino para diretoria da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil

Publicado em 21/07/2026 às 22:23
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Ex-jogadora assume cargo de legado e relações institucionais para o evento que terá 32 seleções e será sediado em diversas cidades brasileiras.

CBF nomeia Aline Pellegrino para diretoria da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil

Os fatos

Quem
Confederação Brasileira de Futebol (CBF)
O quê
nomeou Aline Pellegrino como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo FIFA 2027; Brasil sediará a Copa do Mundo Feminina de 2027
Quando
2027 (Copa do Mundo Feminina); abril deste ano (nomeação de Aline Pellegrino)
Onde
Brasil

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nomeou Aline Pellegrino como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo FIFA 2027, em abril deste ano. O Brasil será o país-sede do torneio, que promete impacto social e cultural.

A Copa do Mundo Feminina de 2027 contará com 32 seleções e será realizada em diversas cidades brasileiras, incluindo Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo. O evento marca a primeira vez que o Brasil sediará a competição, que teve sua primeira edição em 1991 e já soma nove edições, com os Estados Unidos liderando em títulos (quatro), seguidos por Alemanha (dois), Noruega e Japão (um cada).

Aline Pellegrino destacou o potencial transformador do futebol feminino. "Nesse momento de reconhecimento do espaço da mulher nessa sociedade, o quanto essa Copa ela vai também pro lado social, pra gente enquanto sociedade ser uma sociedade mais igualitária. E eu acho que o futebol tem esse poder de mudança, de transformação", afirmou a diretora.

Ela ressaltou a importância de um legado cultural duradouro. "É um potencial muito grande de levar essas histórias, de mudar a cultura, de meninas e meninos começarem a praticar esse futebol junto desde sempre, isso não ser um problema, porque isso não é um problema. Que essa Copa possa vir e e gerar muitas mudanças no nosso Brasil enquanto sociedade", completou Pellegrino.

A paixão pelo futebol feminino já é evidente entre o público. Manuela Baère expressou seu entusiasmo: "Eu adoro futebol. Você sabia que eu faço aula de futebol? E eu estou doida para ver as meninas jogarem. A gente só vê os meninos. Estou toda doida para a gente ver as meninas jogarem".

Outra torcedora, Sofia Seabra, compartilhou sua expectativa: "Estou muito empolgada com a Copa do Mundo feminina do ano que vem, que eu vou até me comportar melhor para eu poder ver o jogo no Rio de Janeiro. Cresci jogando futebol ao lado de meninos, mas isso nunca me deixou para baixo. Mesmo com a capacidade física menor que a deles, sempre me esforçava mais e mais para poder evoluir. Vou estar torcendo muito o ano que vem".

Myllene D’Arc também vê na Copa uma oportunidade de visibilidade. "Eu sempre vi os meninos jogando e aí acabei jogando com eles e me apaixonei pelo esporte. A minha expectativa para a Copa do Mundo Feminina é que vai dar muito mais visibilidade, né, para as mulheres, de mostrar que futebol não é só para homem, né? É para mulher também e a gente pode fazer o que quiser, o esporte que quiser, porque somos empoderadas", disse.

Perguntas frequentes

Quem foi nomeada diretora executiva da Copa do Mundo Feminina de 2027?

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nomeou Aline Pellegrino como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo FIFA 2027.

Onde será realizada a Copa do Mundo Feminina de 2027?

A Copa do Mundo Feminina de 2027 será sediada no Brasil, com jogos em cidades como Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo.

Quantas seleções participarão da Copa do Mundo Feminina de 2027?

A Copa do Mundo Feminina de 2027 contará com a participação de 32 seleções.

Qual o principal legado esperado da Copa do Mundo Feminina de 2027, segundo Aline Pellegrino?

Aline Pellegrino espera que a Copa do Mundo Feminina de 2027 gere um legado cultural, promovendo uma sociedade mais igualitária e mudando a percepção sobre o futebol feminino.

Redação Vozes ParanaensesNacional · PR
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