Presidente da Colômbia gera debate ao exibir corpos de guerrilheiros mortos
Abelardo de la Espriella compartilhou imagens de operação militar, provocando críticas da Defensora do Povo e ordem judicial para ocultar publicações.

Os fatos
- Quem
- Abelardo de la Espriella (presidente da Colômbia), Iris Marín (Defensora do Povo da Colômbia), juiz em Bogotá, agência de notícias AFP
- O quê
- Presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, compartilhou imagens caminhando entre corpos de supostos guerrilheiros mortos em operação militar, gerando debate e críticas. Um juiz ordenou a ocultação temporária das publicações.
- Quando
- 13 setembro 2026 (publicação da matéria); última quinta-feira (10/09) (ordem judicial); junho (eleições presidenciais)
- Onde
- Colômbia, Bogotá (local da ordem judicial), Guaviare (local da operação militar)
- Por quê
- As imagens geraram controvérsia em uma nação traumatizada por conflitos armados. A Defensora do Povo criticou a crueldade e a falta de dignidade humana. O presidente busca demonstrar força e intimidação como parte de sua estratégia de segurança.
- Como
- Espriella compartilhou um vídeo caminhando entre corpos. Um juiz em Bogotá ordenou a ocultação temporária das publicações. A Defensora do Povo expressou sua condenação na rede social X.
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, compartilhou nesta segunda-feira (13), em Bogotá, imagens caminhando entre corpos de supostos guerrilheiros mortos em uma operação militar, gerando debate e críticas no país. A ação ocorreu após uma operação militar na região de Guaviare.
As publicações do presidente foram feitas na última quinta-feira (10/09) e causaram controvérsia em uma nação traumatizada por conflitos armados. Um juiz em Bogotá ordenou a ocultação temporária das publicações, buscando conter a repercussão das imagens.
A Defensora do Povo da Colômbia, Iris Marín, criticou a atitude do presidente, condenando a crueldade e a falta de dignidade humana. Em sua manifestação na rede social X, Marín afirmou: “O Estado e o Governo não podem competir para ver quem consegue ser o mais cruel”.
Segundo a Defensora do Povo, “Mesmo em tempos de guerra, há limites, e a dignidade humana não desaparece com a morte. As imagens e os símbolos do poder público também importam.” A postura de Espriella é vista como uma tentativa de demonstrar força e intimidação, parte de sua estratégia de segurança.
O incidente ocorre em um contexto sensível, após as eleições presidenciais de junho, e levanta questões sobre os limites da comunicação oficial em cenários de conflito. A agência de notícias AFP acompanhou o desenrolar dos fatos.
Perguntas frequentes
›O que o presidente da Colômbia fez?
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, compartilhou imagens caminhando entre corpos de supostos guerrilheiros mortos em uma operação militar.
›Quando as imagens foram compartilhadas e qual foi a reação judicial?
As imagens foram compartilhadas na última quinta-feira (10/09). Um juiz em Bogotá ordenou a ocultação temporária das publicações.
›Quem criticou a ação do presidente?
A Defensora do Povo da Colômbia, Iris Marín, criticou a ação, afirmando que 'o Estado e o Governo não podem competir para ver quem consegue ser o mais cruel'.
›Por que as imagens geraram controvérsia?
As imagens geraram controvérsia em uma nação traumatizada por conflitos armados, levantando questões sobre a dignidade humana e os limites da comunicação oficial.








