Toledo discute demandas da BR-163 com Via Campo e cobra obras estruturantes
Acit promoveu encontro onde concessionária apresentou plano de investimentos e ouviu reivindicações do município e setor produtivo sobre a rodovia.
Os fatos
- Quem
- Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit), Via Campo, Prefeitura de Toledo
- O quê
- Reunião para discutir demandas de Toledo e apresentar plano de investimentos da concessionária Via Campo para a BR-163
- Quando
- 2024-06-19
- Onde
- Toledo
- Por quê
- Apresentar o plano de investimentos da Via Campo, abrir canal de diálogo com o município e setor produtivo sobre necessidades da região, e apresentar reivindicações do município à concessionária
- Como
- A Acit promoveu o encontro onde representantes da Via Campo apresentaram ações previstas no contrato e ouviram demandas. O prefeito de Toledo, Mario Costenaro, e o presidente da Via Campo, Sérgio Santillán, participaram ativamente da discussão.
A Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit), a Via Campo e a Prefeitura de Toledo se reuniram nesta quarta-feira (19) em Toledo para discutir as demandas do município e apresentar o plano de investimentos da concessionária para a BR-163.
O encontro, promovido pela Acit, teve como objetivo abrir um canal de diálogo com o município e o setor produtivo sobre as necessidades da região, além de permitir que a concessionária apresentasse as ações previstas em contrato. O prefeito de Toledo, Mario Costenaro, e o presidente da Via Campo, Sérgio Santillán, participaram ativamente da discussão.
O contrato de concessão da BR-163, que tem duração de 30 anos, iniciou em 16 de abril deste ano. A praça de pedágio está localizada entre Sede Alvorada e Cascavel. O presidente da Via Campo, Sérgio Santillán, explicou que o contrato prevê 5% de desconto para quem utiliza tag e um mecanismo de desconto para usuários frequentes, que aumenta gradativamente a cada passagem na mesma praça e sentido durante o mês.
O prefeito Mario Costenaro expressou a "indignação" do município por Toledo não ter sido contemplado com obras estruturantes consideradas necessárias, como as marginais. "São obras que vemos acontecer em outros locais próximos daqui", afirmou o prefeito, destacando que as intervenções previstas para Toledo nos primeiros quatro anos se limitam a dois retornos, o que ele considera "muito pouco pela grandeza que é o município de Toledo".
Costenaro ressaltou a intenção de a prefeitura participar ativamente das discussões. Ele informou que a engenharia da concessionária se colocou à disposição para um encontro com o grupo de engenheiros da prefeitura, visando compreender melhor as obras previstas e discutir o que não está contemplado.
Sérgio Santillán, presidente da Via Campo, explicou que o contrato de 30 anos não consegue prever 100% das necessidades. Ele indicou que reivindicações da prefeitura e da associação são levadas à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que avalia o interesse público e a possibilidade de inserção no contrato. Santillán enfatizou que é um trabalho conjunto, com priorizações determinadas pela ANTT.
Ademir Kopeginski, presidente da Acit, sublinhou a importância do diálogo. "Teremos aí um momento conjunto com a concessionária durante 30 anos, e é importante entendermos os projetos para o nosso município e quais reivindicações poderão ser atendidas", disse Kopeginski, que também afirmou a necessidade de "trabalhar em conjunto para que essa concessão traga conforto para os usuários".
Perguntas frequentes
›Qual foi o objetivo da reunião em Toledo?
A reunião teve como objetivo discutir as demandas de Toledo em relação à BR-163, apresentar o plano de investimentos da concessionária Via Campo e abrir um canal de diálogo com o município e o setor produtivo.
›Quais foram as principais reivindicações da Prefeitura de Toledo?
A principal reivindicação da Prefeitura de Toledo foi a inclusão de obras estruturantes, como marginais, que não estão previstas inicialmente no contrato de concessão da BR-163.
›O que a Via Campo apresentou sobre o pedágio?
A Via Campo informou que o contrato prevê 5% de desconto para quem usa tag e um mecanismo de desconto progressivo para usuários frequentes na mesma praça e sentido.
›Como novas obras podem ser incluídas no contrato da Via Campo?
Reivindicações de obras adicionais são levadas à ANTT, que avalia o interesse público e a possibilidade de inserção no contrato de concessão.











