Produtores de Apucarana iniciam colheita de café com selo de Indicação Geográfica
A primeira safra oficial com Denominação de Origem agrega valor comercial e amplia competitividade para o café da região, que inclui Arapongas e Cambira.

Os fatos
- Quem
- Produtores integrados à Associação dos Cafeicultores de Apucarana
- O quê
- Início da colheita da primeira safra oficial de café com o selo de Indicação Geográfica (IG), na modalidade de Denominação de Origem (DO)
- Quando
- último domingo (12/7) para a reportagem do RIC Rural; a certificação foi concedida em janeiro deste ano
- Onde
- Apucarana, Arapongas e Cambira (área geográfica delimitada pelo INPI)
- Por quê
- Conquista do selo de Indicação Geográfica (IG) na modalidade de Denominação de Origem (DO) pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que destaca as características exclusivas do café geradas pelo solo, altitude e clima da região, agregando valor comercial e ampliando a competitividade no mercado
- Como
- A colheita precisa ser feita no pano ou de forma mecanizada, e a torra deve ser sempre média para preservar o sabor natural do grão, seguindo um padrão rigoroso de higiene e critérios técnicos e elevados padrões de qualidade e higiene nas etapas de plantio, manejo e pós-colheita.
Produtores integrados à Associação dos Cafeicultores de Apucarana iniciaram, no último domingo (12/7), a colheita da primeira safra oficial de café com o selo de Indicação Geográfica (IG), na modalidade de Denominação de Origem (DO), em Apucarana, Arapongas e Cambira.
A conquista do selo de Indicação Geográfica (IG) na modalidade de Denominação de Origem (DO) pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), concedida em janeiro deste ano, destaca as características exclusivas do café geradas pelo solo, altitude e clima da região, agregando valor comercial e ampliando a competitividade no mercado.
Para garantir a qualidade exigida pelo selo, a colheita precisa ser feita no pano ou de forma mecanizada. A torra deve ser sempre média para preservar o sabor natural do grão, seguindo um padrão rigoroso de higiene e critérios técnicos, além de elevados padrões de qualidade no plantio, manejo e pós-colheita.
O prefeito Rodolfo Mota destacou a importância da certificação. "A conquista deste selo foi uma grande construção coletiva. A iniciativa partiu da Associação dos Cafeicultores de Apucarana, contando com o apoio essencial da administração municipal, do Sebrae e do IDR-PR", afirmou. Mota ressaltou que, com a certificação, o café da região ganhou uma identidade própria e uma marca forte, o que agrega valor comercial e fortalece a cadeia produtiva local.
Wendel Meta, secretário municipal de Agricultura, enfatizou o cuidado necessário na produção. "O café especial exige um cuidado minucioso. Da colheita, que precisa ser feita no pano ou de forma mecanizada, até a torra, que deve ser sempre média para preservar o sabor natural do grão, tudo segue um padrão rigoroso de higiene", explicou. Segundo Meta, esse capricho pode até dobrar o valor de venda do café especial, e a expectativa é que o clima continue favorável até agosto para uma colheita bem-sucedida.
A área geográfica delimitada pelo INPI para a produção do café com DO inclui Apucarana, Arapongas e Cambira. A região é caracterizada por altitudes mínimas de 800 metros e uma temperatura média anual entre 18°C e 21°C, fatores que contribuem para as qualidades únicas do grão.
Perguntas frequentes
›O que é o selo de Indicação Geográfica (IG) na modalidade Denominação de Origem (DO)?
É uma certificação concedida pelo INPI que destaca as características exclusivas de um produto, como o café, geradas pelo solo, altitude e clima de uma região específica, agregando valor comercial e ampliando a competitividade no mercado.
›Quais cidades estão incluídas na área geográfica delimitada para a produção do café com DO?
A área geográfica delimitada pelo INPI inclui os municípios de Apucarana, Arapongas e Cambira.
›Quais são os requisitos para a colheita e torra do café com o selo de DO?
A colheita precisa ser feita no pano ou de forma mecanizada, e a torra deve ser sempre média para preservar o sabor natural do grão, seguindo um padrão rigoroso de higiene e critérios técnicos.
›Qual o impacto do selo de Indicação Geográfica para os produtores de café da região?
O selo agrega um valor comercial imenso ao produto, amplia a competitividade no mercado e fortalece toda a cadeia produtiva local, podendo até dobrar o valor de venda do café especial.










