Moradora de Douradina perde R$ 2,4 mil em golpe da falsa advogada por WhatsApp
Vítima de 60 anos foi contatada por criminosos que se passaram por sua representante legal, resultando em prejuízo financeiro. Polícia Civil investigará o caso.

Os fatos
- Quem
- Uma moradora de 60 anos e golpistas que se passaram por sua advogada.
- O quê
- Um golpe de estelionato em que criminosos, se passando por uma advogada, levaram a vítima a perder R$ 2,4 mil.
- Quando
- A ocorrência foi registrada na tarde de 9 de julho de 2026.
- Onde
- Douradina, PR
- Como
- Os criminosos contataram a vítima por meio do WhatsApp, se passando por sua advogada.
Uma moradora de 60 anos de Douradina, no noroeste do Paraná, registrou um prejuízo de R$ 2,4 mil após cair em um golpe de estelionato na tarde de 9 de julho de 2026.
Segundo a ocorrência registrada, a vítima foi contatada através do aplicativo de mensagens WhatsApp por uma pessoa que se passava por sua advogada. A abordagem faz parte de uma modalidade de crime cada vez mais comum na região.
Durante a conversa, os golpistas, fingindo ser a representante legal da mulher, a convenceram a realizar uma transferência bancária no valor exato de R$ 2,4 mil. Acreditando na veracidade do contato, a vítima efetuou a transação.
Após a transferência, ao perceber que havia sido enganada, a moradora procurou as autoridades locais para denunciar o crime. A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência no município.
O boletim de ocorrência foi registrado e o caso foi formalmente encaminhado à Polícia Civil. A instituição ficará responsável por instaurar um inquérito e investigar o crime de estelionato, buscando identificar os autores do golpe.
Perguntas frequentes
›O que aconteceu com a moradora de Douradina?
Uma moradora de 60 anos foi vítima de um golpe de estelionato, perdendo R$ 2,4 mil após ser enganada por criminosos que se passaram por sua advogada no WhatsApp.
›Qual foi o valor perdido no golpe?
A vítima teve um prejuízo financeiro de R$ 2,4 mil, valor que foi transferido para a conta indicada pelos golpistas.
›Como os criminosos agiram?
Eles entraram em contato com a vítima pelo WhatsApp, fingindo ser a advogada dela. Nessa conversa, eles a convenceram a fazer uma transferência bancária.
›As autoridades foram acionadas?
Sim. A Polícia Militar registrou o boletim de ocorrência e o caso foi repassado à Polícia Civil, que ficou responsável por investigar o crime de estelionato.



