Alep debate El Niño e estratégias de prevenção para chuvas intensas no Paraná
Encontro com especialistas e autoridades busca preparar municípios para o fenômeno, que tem 82% de chance de se desenvolver e pode ser de moderado a forte entre setembro e dezembro.

Os fatos
- Quem
- Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), por iniciativa do deputado estadual Evandro Araújo (PSD) e do presidente da Alep, Alexandre Curi (Republicanos), com a participação de representantes do Simepar, Defesa Civil Estadual, Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (Sedest), Comitê de Governança Climática, Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), Associação dos Municípios do Paraná (AMP), associações regionais de municípios, Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), universidades e prefeituras.
- O quê
- Realização da reunião de trabalho "El Niño no Paraná: prevenção, cenários e desafios" para debater os efeitos esperados do fenômeno no estado e as estratégias de prevenção para o aumento previsto de chuvas.
- Quando
- 13/07/2026, a partir das 9h.
- Onde
- Auditório Legislativo da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).
- Por quê
- Para apresentar à sociedade o cenário climático previsto, construir ações de suporte aos municípios e ampliar informações à população diante do risco de chuvas acima da média, enchentes, alagamentos, vendavais e deslizamentos entre setembro e dezembro.
- Como
- Através de um encontro que reunirá especialistas e autoridades para discutir o cenário climático e construir ações concretas de prevenção e suporte.
A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) sediará uma reunião de trabalho em 13 de julho de 2026 para debater os efeitos esperados do El Niño no estado e traçar estratégias de prevenção. O encontro, intitulado "El Niño no Paraná: prevenção, cenários e desafios", é uma iniciativa dos deputados Evandro Araújo e Alexandre Curi para preparar a sociedade e os gestores municipais para o aumento previsto de chuvas intensas.
O principal objetivo é apresentar o cenário climático previsto para os próximos meses e construir um plano de suporte aos municípios. Especialistas alertam para o risco elevado de chuvas acima da média, enchentes, alagamentos, vendavais e deslizamentos de terra, principalmente no período entre setembro e dezembro.
Segundo dados técnicos, a probabilidade do fenômeno se desenvolver ao longo do inverno é de 82%, com uma intensidade projetada de moderada a forte. A iniciativa busca ampliar a disseminação de informações para que a população possa se prevenir adequadamente.
O histórico recente de eventos climáticos no estado reforça a urgência da discussão. Na última década, o Paraná registrou cerca de 6 mil desastres naturais, que afetaram mais de 4,5 milhões de pessoas e causaram prejuízos estimados em R$ 32 bilhões. Além disso, o número de ocorrências na última primavera mais que dobrou em relação ao ano anterior.
A reunião, que ocorrerá no Auditório Legislativo da Alep a partir das 9h, congregará um amplo grupo de especialistas e autoridades. Estão confirmadas as presenças de representantes do Simepar, Defesa Civil Estadual, Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (Sedest), Comitê de Governança Climática, Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), Associação dos Municípios do Paraná (AMP), FAEP, universidades e prefeituras.
Perguntas frequentes
›O que é este evento sobre o El Niño?
É uma reunião de trabalho na Assembleia Legislativa do Paraná para discutir os efeitos do fenômeno El Niño. O objetivo é criar estratégias de prevenção com especialistas e autoridades para o aumento das chuvas no estado.
›Quais são os riscos do El Niño para o Paraná?
Os principais riscos são chuvas acima da média, enchentes, alagamentos, vendavais e deslizamentos, previstos para ocorrer com mais intensidade entre setembro e dezembro. A probabilidade do fenômeno se desenvolver é de 82%.
›Por que essa preocupação com o El Niño agora?
Porque na última década o Paraná sofreu prejuízos de R$ 32 bilhões com desastres naturais, que afetaram 4,5 milhões de pessoas. Além disso, o número de ocorrências mais que dobrou na última primavera, indicando uma tendência de aumento.
›Quem vai participar desta discussão?
O debate reunirá a Assembleia Legislativa, Simepar, Defesa Civil, secretarias de governo, Tribunal de Contas, associações de municípios, Federação da Agricultura, universidades e prefeituras, buscando uma resposta coordenada.





